ASPUV repudia casos de assédio eleitoral e perseguição a trabalhadores
A ASPUV Seção Sindical manifesta seu mais veemente repúdio à perseguição de trabalhadores que declararam voto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A campanha de ódio, iniciada por influenciadores e eleitores do candidato derrotado Flávio Bolsonaro, já ocasionou listas de boicote a comerciantes e prestadores de serviço, casos de coerção, intimidação e até demissões.
Essas são práticas criminosas e que têm nome: assédio eleitoral, assédio moral e coação no ambiente de trabalho. São típicas de movimentos antidemocráticos e recordam momentos de ascensão de regimes autoritários, como quando o nazismo incitou a destruição de casas, comércios e outras instituições judaicas.
Somente nas primeiras 48 horas após o segundo turno, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 530 denúncias de assédio eleitoral. Quem sofreu ou presenciou um caso do tipo pode fazer a denúncia de forma sigilosa e remota pelo próprio site do MPT. A orientação é guardar provas, como prints e mensagens, além de registrar um boletim de ocorrência, para fortalecer a denúncia.
A ASPUV reafirma seu compromisso com a defesa da democracia e com os direitos dos trabalhadores. Não aceitaremos o cerceamento à livre manifestação política e de ideias!
Confira o recado do advogado da ASPUV, Karl Henzel, sobre o assunto:
(Assessossoria de Comunicação da ASPUV)