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Seção Sindical dos Docentes da UFV
ASPUV intensifica mobilização contra a reforma administrativa

A ASPUV intensificou as ações contra a reforma administrativa. No último sábado (28), participou de uma reunião com a ASAV e com o DCE-UFV, na qual foi decidida uma série de atividades conjuntas. Entre elas, a confecção de faixas e adesivos, a realização de uma assembleia comunitária e a redação de uma carta à comunidade, alertando sobre os vários perigos da proposta (para ler, clique aqui).

A ASPUV também está se dedicando à divulgação de materiais online, como cards de pressão sobre os deputados federais mais votados em Viçosa nas últimas eleições, exigindo que eles se posicionem contrários à reforma. A próxima edição do Rádio ASPUV debaterá especificamente o assunto e também será instalado um banner na porta da sede social. Além disso, integrantes da diretoria têm concedido entrevistas sobre o assunto à mídia local.

Reunião entre ASPUV, ASAV e DCE

Reforma administrativa

O Grupo de Trabalho (GT) da Câmara dos Deputados, instalado para debater a reforma administrativa, deve apresentar o seu relatório final no dia 14. Todas as informações já disponíveis sobre a proposta apontam para a destruição dos princípios basilares do serviço público brasileiro. Nesse pacote, estão a flexibilização da estabilidade, a redução da jornada e do salário dos servidores e a revisão dos pisos constitucionais da saúde e da educação. Como forma de pressão, o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), do qual o ANDES-SN é integrante, convocou uma jornada de lutas em Brasília. As atividades começaram na última terça (1º) e vão justamente até o dia 14.  

“Esse grupo de trabalho está partindo de premissas totalmente equivocadas sobre a necessidade que a população tem dos serviços públicos. Primeiro, ele parte do princípio que o Brasil gasta muito com o serviço público, quando isso não é verdade. Nós não temos nem o número de servidores necessários para atender a população nem salários. Na verdade, tem um estado que o Brasil tem gastado, nos últimos 20 anos, 50% do que a Lei de Responsabilidade Fiscal permite que seja investido. O outro ponto que é uma premissa equivocada é que a reforma administrativa é importante para acabar com privilégio. Mas, pasmem, os maiores salários, os salários absurdamente elevados, que são poucos, não estão abordados na reforma. Os militares, que têm pensão eterna para as filhas, não estão na proposta. Entre outros ainda, tem a questão que eles costumam dizer ‘racionalizar’ os recursos financeiros. Só que essa racionalização, na verdade, é a precarização: mais cortes no orçamento, extinção de cargos”, avaliou a primeira presidente da ASPUV, Mônica Ribeiro Pirozi, durante assembleia comunitária realizada na última sexta (4).

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(Assessoria de Comunicação da ASPUV)

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