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Seção Sindical dos Docentes da UFV
ANDES-SN e entidades do funcionalismo cobram do governo posição contrária à reforma administrativa

O ANDES-SN e as demais entidades representativas dos servidores públicos se reuniram, nessa quinta-feira (6), com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), Guilherme Boulos, para tratar da reforma administrativa (PEC 38/2025),em tramitação na Câmara dos Deputados. O encontro também discutiu temas específicos das categorias. 

Na ocasião, Boulos afirmou que o governo combaterá qualquer tentativa de ampliar a terceirização, a privatização no serviço público e a redução de salários. “Apesar de não apresentar posicionamento nítido contra a reforma administrativa, a Secretaria-Geral da Presidência afirmou que o governo entende ser necessário defender a estabilidade das servidoras e dos servidores públicos e destacou que não pode haver mecanismos de achatamento de salários, como aqueles que estão inseridos na atual PEC nº 38/2025”, informou o presidente do ANDES-SN, Cláudio Mendonça. 

De acordo com o presidente do sindicato nacional, o ministro lembrou o quanto a estabilidade no serviço público se mostrou importante durante a pandemia da covid-19 e em denúncias de casos de corrupção. Boulos disse ainda que o governo tem enfrentado a reforma por meio de articulações. As entidades, entretanto, cobraram um posicionamento mais firme. 

Durante a reunião, o ministro também propôs que as entidades encaminhem, até a segunda-feira (10), as pautas específicas das categorias. 

Cláudio Mendonça disse que o ANDES-SN também solicitará uma audiência e enviará documento elencando os pontos pendentes do Acordo de Greve nº 10/2024, cobrando solução imediata para o seu cumprimento integral.

(Assessoria de Comunicação do ANDES-SN com edições da ASPUV)

1 comentário em “ANDES-SN e entidades do funcionalismo cobram do governo posição contrária à reforma administrativa

  1. Se o governo federal é do Partido dos Trabalhadores, nada mais natural do que lutar pelos trabalhadores. Só que na realidade a prática é diferente, perversa e cretina.
    Já era para ter sido contra desde o primeiro momento. É muito conveniente fingir de morto!

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